Olá meus queridos e queridas,
Como foram de férias!?
As minhas foram meio que forçadas... Rrsrs
Retorno dizendo que pouco fiz a nível de decoração e criação
na minha Bramasole, mas garanto que no mesmo tempo muito executei perante as
limitações físicas e etc que me tem sido imposta. Contudo também estou a
comemorar desejos realizados.
Vocês se lembram de meu clamor constante por uma câmera
decente e um notebook, pois bem... Compramos um note para nosso primogênito que
tenho sido sócia...Kkkkkkkk. Juro que pensei que o seu uso seria mais
confortável e menos dolorido, mesmo assim não deixa de ser um amigão em minhas
estadias na cama.
E sobre a câmera... Ai ai... Estou apaixonada! Comprei uma
Canon powershot sx130, meu cuti cuti! Ela possuem funcionalidades automáticas e
manuais!! Ótima para amadores aspirantes a uma “profissa”. Com um precinho
muito bacana, em torno de R$500, recomendo mesmo. Difícil descrever o que ela
não faz! Tem sido meu mais novo brinquedinho!!!
Estarei trazendo
“diminutesas” que ladearam minhas férias, humildes caprichos por esses dias...
Tanto na fotografia quanto na Bramasole!
Mas a princípio, gostaria de dividir maravilhosos
companheiros de descanso, ótimos livros que me acolheram nesse período de
hibernação. Como os livros 1808 (versão kid que é muito bacana - peguei na biblioteca para meus pirras, pois a versão original já havia lido e amado) e 1822. Adorável mesmo a forma como Laurentino Gomes teça nossa história, dispença comentários, apenas... Recomendo, recomendo!!
Outro que assino em baixo, pois também fiquei encantada pela forma que se desenvolve é o "Guardião dos Livros". Que apesar de ter sido escrito por outro autor, no caso autora, Cristina Norton, parece fazer parte da coleção de Laurentino... Mas só parece! Rsrsr.
É um romance recheado de fatos históricos:
"Uma escrava muda conta um segredo guardado durante 200 anos... Um cientista judeu a quem são confiados dois livros raros
naufraga nas ilhas Malvinas. Estas são algumas das personagens deste
romance, que nos narra a vida de Luís Joaquim dos Santos Marrocos, um
bibliotecário hipocondríaco que, em 1811, atravessa o Atlântico rumo ao Brasil
acompanhado por 76 caixotes cujo conteúdo era verdadeiramente precioso: no
seu interior seguia a Real Biblioteca do Palácio de Ajuda, inicialmente esquecida
no cais de Belém aquando da saída apressada da Corte portuguesa para o
Brasil em 1808. A chegada ao Rio de Janeiro não foi fácil para Marrocos ao
deparar-se com uma cidade onde nada o seduzia, - nem a comida, nem os
cheiros, nem o calor - e com uma corte endividada, amante de cerimónias
grandiosas e grosseira nos seus costumes diários. Mas tudo mudou quando
conheceu Ana de Souza Murça.
A autora descreve-nos uma vida rica em acontecimentos inesperados, onde a
ironia se mistura com momentos comoventes."
Fica aí algumas diquinha por hora...
Kiiisssssssss

















